Abordagem da Transitar orienta sobre uso do capacete

Setor de Educação de Trânsito fará ações semanais para orientar sobre direção segura e legislação específica para motociclistas
O Setor de Educação de Trânsito da Autarquia Municipal de Mobilidade, Trânsito e Cidadania (Transitar) realizou na manhã desta quarta-feira (9) uma abordagem para orientações específicas aos condutores de motocicletas. A ação, que aconteceu na Avenida Carlos Gomes, faz parte do projeto Direção Segura e segue orientações do  Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans).

A ação abordou várias questões de segurança, regras de circulação na via, mas enfatizou o uso correto do capacete, equipamento de uso obrigatório tanto para o condutor, quanto ao passageiro. Luciane de Moura, encarregada do Setor de Educação de Trânsito, lembra que o capacete é a principal proteção para a cabeça, mas destaca que é preciso estar bem ajustado e preso ao queixo, além da viseira baixada. Cabe salientar que o capacete também tem prazo de validade, que é de três anos de uso. A educadora chama atenção sobre o transporte de crianças em motocicletas. A legislação define que apenas crianças de dez anos acima podem ser transportadas em garupa de motos.

“Nessa abordagem nós entregamos um material educativo e também uma antena corta-pipas para que as pessoas utilizem em suas motocicletas”, explica Luciane.

Mortes

Desde o início do ano, nove ocupantes de motocicletas morreram no trânsito dentro do perímetro urbano de Cascavel. O número de acidentes com vítimas fatais em motos caiu 43,75% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando 16 pessoas morreram, mas a meta é zero mortes no trânsito, como preceitua o conceito do Visão Zero: nenhuma morte no trânsito é aceitável.

Além das ações educativas com foco na segurança e uso correto do capacete, paralelamente a Transitar trabalha com ações de engenharia e de fiscalização, dando atenção especial para esse grupo de risco.

A presidente da Transitar, Simoni Soares, explica que mesmo com a redução dos óbitos o número ainda está longe do que se espera para Cascavel. “Todos os sinistros com vitimas fatais são criteriosamente analisados pelos técnicos do COTRANS, e constata-se que evitar óbitos entre este grupo de risco está associado a uma mudança comportamental, priorizando a cultura de segurança viária e ações efetivas dos Órgãos envolvidos, sejam estas educativas, de estrutura viária ou de fiscalização”, destaca.

Fotos: Vanderlei Faria/Secom

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