Florada dos ipês encanta e traz colorido para paisagens de Cascavel

Atualmente é o rosa dos ipês que tem enfeitado os cenários
Se você é cascavelense e ainda não tem uma foto com os ipês é uma lástima, mas nada está perdido, pois ainda dá tempo de garantir o registro memorável. A florada deste ano está ainda mais linda, com cores vivas e encantando todos que sabem apreciar a beleza dessas árvores.

Em Cascavel, atualmente é o rosa dos ipês que tem enfeitado as paisagens, trazendo um colorido todo especial, mostrando que a beleza mais imponente é sempre da natureza. De acordo com o diretor da Secretaria de Meio Ambiente, Ailton Lima, não é à toa que o ipê é a árvore símbolo de Cascavel. “Nós temos inúmeras espécies de ipê em todo território nacional, mas aqui a predominância é a do ipê rosa, este que a gente está na florada neste exato momento. Temos ainda o ipê amarelo, que é o mais comum na cidade. Há o ipê branco e o ipê roxo”, pontua.

Na cidade, também há a investigação de um novo tipo de ipê, o damasco, mas ainda está sob análise dos técnicos da Sema. “Ainda necessitam de estudos para a identificação mais apurada. São três ou quatro indivíduos que nós temos aqui na cidade”, frisa.

As árvores podem chegar até 35 metros, criando um cenário de imponente beleza. Mas se você quer garantir seu registro, não perca tempo, pois a florada é curta. No caso do ipê rosa, dura de 15 a 20 dias. Porém, muito mais longa que o ipê branco, que tem a florada de 3 a 5 dias. É um prazo curtinho, por isso, precisa ser aproveitada ao máximo.

E a beleza dos ipês é reconhecida nacionalmente. Em 1961, o então presidente Jânio Quadros declarou o pau-brasil a Árvore Nacional e o ipê amarelo, da espécie Tabebuia vellosoi, a Flor Nacional. O fato de Cascavel ter tantas espécies é realmente um privilégio.

Outra árvore que tem encantando os cascavelenses são as cerejeiras. A Secretaria de Meio Ambiente irá realizar o trabalho de coleta das sementes dessas árvores. A ideia é fazer mudas e garantir ainda mais belas árvores no município no futuro.

E, aí, “bora” apreciar nossas belezas naturais?

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