RESPEITO SOCIAL: Banco de Alimentos recebe investimentos para garantir segurança alimentar a mais de 20 mil famílias

Contra o desperdício: Ao todo, mais de 70 entidades assistenciais recebem os alimentos nutritivos
O Banco de Alimentos capta mais de 100 mil quilos de alimentos hortifrutigranjeiros de mercados e da Ceasa por mês. São produtos que não têm valor comercial, mas ainda são nutritivos, aptos para o consumo e que são destinados a mais de 70 entidades assistenciais, garantindo a segurança alimentar de mais de 20 mil famílias.

Um programa que atua diretamente com famílias em situação de vulnerabilidade social. Na ultima quinta-feira (18), o programa recebeu investimentos que vão melhorar ainda mais o atendimento do serviço. O Município assinou convênio que prevê a contratação de nutricionista exclusiva ao Banco de Alimentos, além de aquisição de equipamentos, de um novo veículo e reforma da sede do programa. A ação é fruto de parceria com o governo estadual. São mais de R$ 1 milhão para dar musculatura ao B.A.

O prefeito Leonaldo Paranhos destaca que a capital da produção não poderia deixar que alimentos fossem desperdiçados. “Você transforma um problema, que  é a falta de alimento, que é você ter que jogar fora, e transforma numa solução: atender a entidades, essa que fazem filantropia, que ajudam. Conseguir destinar 100 quilos de alimento e entregar para essas entidades, a uma criança, para uma família ter acesso é algo muito saudável, é inteligente e é respeito social. Agora, o programa terá mais recursos para que a gente aumente ainda mais essa produtividade. Com isso, serão mais pessoas atendidas”, detalha o chefe do Executivo.

A coordenadora do Banco de Alimentos, Eliamara Tironi, destaca que todos os alimentos são destinados de forma gratuita a famílias em situação de risco. “Tem muitas famílias cadastradas que informam que esses alimentos realmente fazem a diferença na alimentação”, explica.

A nutricionista do programa, Fabiana Salvi, explica que só é utilizado alimentos saudáveis e em plenas condições de consumo, inclusive com a produção de compotas, geleias e outros. “Eles têm realmente valor nutritivo e podem contribuir para alimentação saudável da nossa população. Faz a diferença. São usados somente alimentos que visivelmente não estão apropriados, que você vai encontrar no mercado e simplesmente achar feio, mas que no interior  tem nutrientes. Faz a diferença, tem muita gente precisando e é uma ação humana”, finaliza.

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